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	<title>Diocese de Bragança Paulista</title>
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		<title>Angelus de Bento XVI &#8211; 19/02/2012</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 11:15:26 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Bento XVI]]></category>

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		<description><![CDATA[Angelus Praça de São Pedro &#8211; Vaticano 19/02/2012 &#160; Queridos irmãos e irmãs! Este domingo é particularmente festivo aqui no Vaticano, por causa do Consistório, que aconteceu ontem, no qual criei 22 novos cardeiais. Com eles, tive a alegria, esta manhã, de concelebrar a Eucaristia na Basílica de São Pedro, ao redor da Tumba do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;">
<img class="aligncenter" style="border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px;" src="http://img.cancaonova.com/noticias/noticia/Brasao_BentoXVI.jpg" alt="" width="98" height="135" border="0" /><br />
<strong><a href="http://noticias.cancaonova.com/list_tag.php?cod=1061&amp;tag=%C2ngelus" target="_blank"><span style="color: #006699;">Angelus</span></a></strong></div>
<div style="text-align: center;"><strong>Praça de São Pedro &#8211; Vaticano</strong></div>
<div style="text-align: center;"><strong>19/02/2012</strong></div>
<div></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Queridos irmãos e irmãs!</em></p>
<p>Este domingo é particularmente festivo aqui no Vaticano, por causa do Consistório, que aconteceu ontem, no qual criei 22 novos cardeiais. Com eles, tive a alegria, esta manhã, de concelebrar a Eucaristia na Basílica de São Pedro, ao redor da Tumba do Apóstolo que Jesus chamou para ser a &#8220;pedra&#8221; sobre a qual construir a sua Igreja (Mt 16,18).<strong>Por isso, convido todos vocês a unirem também a vossa oração por esses veneráveis irmãos, que agora estão ainda mais empenhados em colaborar comigo na direção da Igreja Universal e a dar testemunho ao Evangelho até o fim da própria vida. </strong>Isto significa a cor vermelha das vestes deles: a cor do sangue e do amor. Alguns deles trabalharão em Roma, a serviço da Santa Sé; outros são pastores importantes nas Igrejas diocesanas; outros são distintos pela longa e importante atividade de estudo e ensino. A<strong>gora fazem parte do Colégio que mais diretamente auxilia o Papa no seu ministério de comunhão e de evangelização: os acolhemos com alegria, recordando aquilo que disse Jesus aos doze apóstolos: &#8220;Quem quer ser o primeiro entre vós, será servidor de todos. Também o Filho do Homem de fato, não veio para ser servido, mas para servir e dar a própria vida para o resgate de muitos&#8221; (Mc 10,44-45).<br />
</strong><br />
Este evento eclesial se coloca-se na festa da Cátedra de São Pedro, antecipada para hoje, porque no dia 22 de fevereiro, data da festa, será a quarta-feira de cinzas, início da Quaresma. <strong>A cátedra é a poltrona reservada ao bispo, da qual é derivado o nome catedral, a igreja na qual o bispo preside a liturgia e ensina o povo.</strong> <strong>A Cátedra de São Pedro, representada no fundo da Basílica Vaticana por uma monumental escutura de Bernini, é simbolo da especial missão de Pedro e dos seus Sucessores de pastorear o rebanho de Cristo conduzindo-o unido na fé e na caridade.</strong> Desde o inicio do segundo século, Santo Inácio de Antioquia atribuia à Igreja de Roma um singular primado, saudando-a, na sua carta aos romanos, como aquela que &#8220;preside a caridade&#8221;. Tal especial papel de serviço atribuido à Igreja Romana e ao seu bispo provém do fato que nesta cidade foi derramado o sangue dos Apóstolos Pedro e Paulo, além de numerosos mártires. <strong>Retornemos, assim, ao testemunho do sangue e da caridade. A Cátedra de Pedro, portanto, é sinal de autoridade, mas daquela de Cristo, baseada sobre a fé e sobre o amor.</strong></p>
<p><strong>Caros amigos, confiemos os novos cardeais à materna proteção de Maria Santíssima, para que os assista sempre no seu serviço eclesial e os sustente nas provas.</strong> Maria, Mãe da Igreja, ajude a mim e aos meus colaboradores a trabalhar incansavelmente pela unidade do Povo de Deus e para anunciar a todas as gentes a mensagem de salvação, cumprindo humildemente e corajosamente o serviço da verdade na caridade.</p>
<p><img src="http://img.cancaonova.com/noticias/noticia/BENTOXVI_assinatura.bmp" alt="" width="200" height="51" border="0" /></p>
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		<title>O Brasil no Colégio dos Cardeais</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 20:44:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>junior</dc:creator>
				<category><![CDATA[CNBB]]></category>

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		<description><![CDATA[Realiza-se neste sábado, 18 de fevereiro, o quarto Consistório convocado pelo Papa Bento XVI no dia da Epifania do Senhor, 6 de janeiro deste ano. Desta vez, serão criados 22 novos cardeais, sendo 4 deles com mais de 80 anos e, portanto, não eleitores numa eventual vacância da Santa Sé.  Dom João Braz de Aviz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.cnbb.com.br/site/images/stories/cardinali-in-cerchio.jpg" alt="cardinali-in-cerchio" width="270" height="203" />Realiza-se neste sábado, 18 de fevereiro, o quarto Consistório convocado pelo Papa Bento XVI no dia da Epifania do Senhor, 6 de janeiro deste ano. Desta vez, serão criados 22 novos cardeais, sendo 4 deles com mais de 80 anos e, portanto, não eleitores numa eventual vacância da Santa Sé.  Dom João Braz de Aviz é o único latino-americano do grupo.</p>
<p>Dom João, filho de Mafra, cidade localizada no planalto norte de Santa Catarina, tem um itinerário episcopal marcado por significativas mudanças de trabalho e grande vigor pastoral. Nomeado bispo auxiliar de Vitória (ES), em 1994, atuou naquela arquidiocese até 1998 quando foi nomeado bispo de Ponta Grossa (PR). Seis anos depois, foi nomeado arcebispo de Maringá (PR) e de lá foi transferido para Brasília em 2004, onde sucedeu o cardeal dom José Freire Falcão. Em dezembro de 2010, o Santo Padre o convocou para ser prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica.</p>
<p>Após o Consistório deste sábado, Dom João Braz passa a fazer parte do Colégio Cardinalício que terá 125 membros. Os cardeais não têm encontros regulares em Roma, mas estão à disposição do Papa para todos as convocações que o Santo Padre julgar necessárias. Eles atuam na Cúria Romana e em arquidioceses que tenham tradição de presença de um cardeal. O outro novo cardeal que fala português é dom Manuel Monteiro de Castro,  que foi recentemente nomeado como penitenciário-mor depois de deixar a secretaria da Congregação para os Bispos, lugar que foi ocupado pelo ex-núncio no Brasil, dom Lorenzo Baldisseri.</p>
<p>O Colégio dos Cardeais tem representação de 70 países dos cinco continentes. O Brasil e a Espanha ocupam o terceiro posto no número de membros. A maior de todas é a italiana com 52 membros.  Os Estados Unidos têm 18 cardeais, sendo que seis deles têm mais de 80 anos. Antes da chegada de dom João Braz, eram nove os cardeais brasileiros sendo que cinco já têm 80 anos de idade: dom Eugênio de Araújo Sales, arcebispo emérito do Rio de Janeiro; dom Paulo Evaristo Arns, arcebispo emérito de São Paulo; dom José Freire Falcão, arcebispo emérito de Brasília; dom Serafim Fernandes de Araújo, arcebispo emérito de Belo Horizonte; dom Eusébio Oscar Scheid, arcebispo emérito do Rio de Janeiro. E quatro com menos de 80 anos: dom Claudio Hummes, ex-prefeito da Congregação para o Clero; dom Geraldo Majella Agnello, arcebispo emérito de Salvador; dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo e dom Raymundo Damasceno, arcebispo de Aparecida e presidente da CNBB.</p>
<p>O atual Colégio Cardinalício em números e funções: o decano é o italiano Angelo Sodano, de Estado emérito; o vice-decano é o francês Roger Etchegary; o camerlengo é o italiano Tarcisio Bertone, secretario de Estado; o protodiácono é o francês Jean-Louis Tauran. 33 cardeais pertencem a ordens, congregações ou Institutos de Vida Consagrada. Os jesuítas contam com oito cardeais, os franciscanos e salesianos com seis, os dominicanos e dehonianos com dois. Há também um agostiniano, um redentorista, um capuchinho, um claretiano, um vicentino, um monge ucraniano, um oblato de Maria Imaculada, um padre de Schonstatt, um escalabriniano e um supliciano.</p>
<p>Depois do Consistório deste sábado, a situação ficará definida pela idade da seguinte maneira: o cardeal mais idoso é o italiano Ersilio Tonini, arcebispo emérito de Ravena que está próximo dos 98 anos. Segundo o jornalista espanhol Jesús de las Heras Muela<em> </em>que fez uma longa estatística sobre os atuais cardeais, os dois mais jovens são alemães: o novo cardeal Rainer Maria Woelki, arcebispo de Berlin, com 55 anos e o arcebispo de Munique, Reinhard Marx, nascido em 1953. Dom Eugênio de Araújo Sales é o cardeal mais antigo, criado no Consistório de 1969. Junto dele estão três outros que foram criados por Paulo VI: dom Paulo Evaristo Arns, Luis Aponte Martinez, de Porto Rico e o norte-americano Willian Wakefield Baum.</p>
<p>Dos cânones 349 até 359, há referências aos cardeais da Igreja e a missão deles está especificada no cânone 349: “Os Cardeais da Santa Igreja Romana constituem um Colégio especial, ao qual compete assegurar a eleição do Romano Pontífice de acordo com o direito especial; os Cardeais também assistem ao Romano Pontífice agindo colegialmente, quando são convocados para tratar juntos as questões de maior importância, ou individualmente nos diversos ofícios que exercem, prestando ajuda ao Romano Pontífice, principalmente no cuidado cotidiano pela Igreja universal”(CDC 349).</p>
<p>O cânone 351 traz a regra de como os cardeais sao nomeados: “Para a promoção ao Cardinalado são livremente escolhidos pelo Romano Pontífice homens constituídos ao menos na ordem do presbiterado, particularmente eminentes por doutrina, costumes, piedade e prudência no agir”  (CDC 351). A nomeação só se torna efetiva depois da criação por decreto do papa. Este decreto se faz em publico, diante do Colégio Cardinalício. E para fazer isso, realiza-se o que se chama Consistório para a criação de novos cardeais.</p>
<p>Na oração do <em>Angelus</em> do dia da Epifania do Senhor, 6 de janeiro deste ano, Bento XVI, antes de pronunciar o nome dos 22 novos cardeais, lembrou: Como se sabe, os Cardeais têm a tarefa de ajudar o Sucessor de Pedro no cumprimento do seu Ministério de confirmar os irmãos na fé e de ser princípio e fundamento da unidade e da comunhão&#8221;.</p>
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		<title>Papa lamenta morte de 355 presos em incêndio em Honduras</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 20:40:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O incêndio penitenciária de Comayagua causou a morte de mais de 350 detentos O Papa Bento XVI expressou sua tristeza pelas vítimas do incêndio que causou a morte de 355 pessoas num presídio em Honduras, na quarta-feira, 15. Num telegrama enviado pelo Secretário de Estado Tarcisio Bertone, enviado nesta sexta-feira, 17, ao Bispo de Comayagua, [...]]]></description>
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<div id="credito_foto" align="right">
</div>
<div id="foto_conteudo"><img class="alignleft" src="http://img.cancaonova.com/noticias/noticia/285294.jpg" alt="" width="286" height="320" /></div>
<div id="texto_foto">O incêndio penitenciária de Comayagua causou a morte de mais de 350 detentos</div>
</div>
<div align="justify">O Papa Bento XVI expressou sua tristeza pelas vítimas do incêndio que causou a morte de 355 pessoas num presídio em Honduras, na quarta-feira, 15. Num telegrama enviado pelo Secretário de Estado Tarcisio Bertone, enviado nesta sexta-feira, 17, ao Bispo de Comayagua, Dom Roberto Camilleri, o Papa assegura suas orações e sua proximidade espiritual para com os familiares dos falecidos.</p>
<p>Bento VXI diz desejar ainda a rápida recuperação dos feridos. Num momento de “grande tristeza”, o Santo Padre invoca sobre todos “a amável proteção de Nossa Senhora de Suyapa”.</p>
<p>Dom Roberto Camilleri, também lamentou as mortes e pediu às autoridades que garantam a integridade e a dignidade dos detentos para que uma tragédia como esta não volte a repetir.</p>
<p>Num comunicado divulgado na quinta-feira, 16, o bispo pediu maior assistência os sobreviventes e as famílias afetadas. Entretanto, advertiu que esta foi &#8220;a terceira tragédia que ocorre nos centros penais em Honduras, com o agravante que a granja penal de Comayagua era considerada como o presídio de maior nível de segurança a nível nacional&#8221;.</p>
<p>&#8220;Consideramos lamentáveis as condições desumanas de aglomeração e insegurança em que vive a população penal de nosso país. Especificamente no Centro penal de Comayagua, construído para albergar 250 pessoas, a população subia a 852 prisioneiros&#8221;, assinalou Dom Camilleri.</p>
<p>Por isso, o bispo chamou &#8220;as instituições da sociedade hondurenha a pedir às nossas autoridades que garantam a integridade e a dignidade dos prisioneiros, para que não se repita uma lamentável tragédia como esta que afetou tantas famílias hondurenhas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Pedimos à comunidade cristã que eleve suas orações ao Deus da vida, para que acolha e introduza em sua glória nossos irmãos falecidos e seus familiares e dizemos: vocês não estão sozinhos, Deus os acompanha nestes momentos difíceis&#8221;, expressou.</p>
<p>Na quinta-feira os médicos forenses iniciaram a identificação dos 355 réus que morreram encerrados na penitenciária da Comayagua, no centro do país.</p>
<p>As autoridades ainda investigam qual foi a causa do incêndio, considerado a pior tragédia ocorrida em um presídio no mundo nos últimos dez anos.</p></div>
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		<title>CNBB reafirma posição da Igreja sobre aborto</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 20:38:05 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[CNBB]]></category>

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		<description><![CDATA[Em entrevista coletiva, em Brasília, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) reafirmou na quinta-feira, 16, a posição da Igreja Católica sobre o aborto. Os bispos também falaram sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que deu plenos poderes ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A CNBB enviou uma carta pessoal à presidente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em entrevista coletiva, em Brasília, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) reafirmou na quinta-feira, 16, a posição da Igreja Católica sobre o aborto.</p>
<p>Os bispos também falaram sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que deu plenos poderes ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).</p>
<div align="justify">A CNBB enviou uma carta pessoal à presidente Dilma Rousseff reafirmando a posição da Igreja sobre o aborto.</p>
<p>O assunto entrou em destaque com a posse da nova ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, que já manifestou ser a favor do aborto.</p>
<p>O secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, ponderou que a escolha de ministros é responsabilidade do governo e lembrou que a ministra explicou estar defendendo uma posição pessoal e não de governo.</p>
<p>Para ele, a Igreja não defende ideologias e sim a vida. &#8220;Nós não entendemos que isso seja uma ideologia, nós entendemos que isso seja o preceito do Evangelho e nós olhamos para a bondade de Deus que teve a delicadeza de também se fazer um de nós, de se fazer também criança.  E por isso que nós, olhando para Jesus, a delicadeza de Deus para conosco, nós sempre vamos defender a vida em todos os sentidos, desde a concepção até seu declínio&#8221;, afirmou Dom Leonardo.</p>
<p>Os bispos também comentaram a decisão do STF que deu o direito ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para investigar juizes e servidores.</p>
<p>Para a CNBB, garantir os poderes do CNJ significa uma vitória para o Brasil e principalmente para o judiciário.</p>
<p>&#8220;O supremo sinalizou o caminho da justiça. Isso significa que ninguém está isento do estado de direito. E, com isso, o supremo deu uma confiança muito grande aos brasileiros e às brasileiras em torno do futuro&#8221;, destacou o secretário-geral da CNBB.</p>
<p>Dom Damasceno disse que este pode ser um passo para a decisão favorável sobre a Ficha Limpa. A Igreja participou ativamente do recolhimento de assinaturas para que a lei chegasse ao congresso.</p>
<p>&#8220;Sem dúvida nenhuma é uma forma de aperfeiçoar, digamos assim, o nosso Sistema Eleitoral. Não vou dizer que é a única solução, mas é uma forma de aperfeiçoar o Sistema Eleitoral e termos, cada vez mais, candidatos aos cargos públicos, tanto do legislativo como do executivo, cada vez mais idôneos&#8221;, ressaltou.</p></div>
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		<title>Papa realiza seis canonizações neste sábado</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 20:35:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na manhã deste sábado, 18/02, Bento XVI preside na Basílica de São Pedro, no Vaticano, uma reunião pública com os cardeais chamada de “Consistório Ordinário”. Neste encontro, além da criação de 22 novos cardeais, o papa irá realizar a canonização de seis beatos, de diferentes partes do mundo. A lista dos canonizados é a seguinte: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><img title="Ir. Diego Joaquim/CNBB" src="http://www.cnbb.com.br/site/images/stories/basilica_sao_pedro_ok.jpg" alt="basilica_sao_pedro_ok" width="384" height="322" /></h2>
<h2>Na manhã deste sábado, 18/02, Bento XVI preside na Basílica de São Pedro, no Vaticano, uma reunião pública com os cardeais chamada de “Consistório Ordinário”. Neste encontro, além da criação de 22 novos cardeais, o papa irá realizar a canonização de seis beatos, de diferentes partes do mundo.</h2>
<div>
<p>A lista dos canonizados é a seguinte:</p>
<p>2 sacerdotes: <em>James Berthieu</em>, sacerdote professo da Companhia de Jesus, que nasceu na França em 1838, mas morreu como mártir em Madagascar em 1896; e <em>Giovanni Battista Piamarta</em>, sacerdote que fundadou a Congregação Família de Nazaré e humildes servos do Senhor. Italiano que viveu entre 1841 e 1913, ficou conhecido como “o pai dos trabalhadores”.</p>
<p>2 religiosas: <em>Maria do Monte Carmelo</em>, virgem fundadora da Congregação Missionária do Ensino Irmãs Concepcionistas; e <em>Mary Anne Cope</em>, religiosa professa da Congregação das Irmãs da Ordem Terceira de São Francisco de Syracuse (Nova York);</p>
<p>3 leigos: <em>Pedro Calungsod</em>, que viveu no século XVII, falecido aos 17 anos nas Filipinas, onde era sacristão e catequista. Sofreu o martírio junto com outro beato, Diego de San Luis Vitores. <em>Catherine Tekakwitha</em>, que foi a primeira nativa norte-americana beatificada, e que agora será canonizada; e<em>Anna Schäffe</em>r, alemã que viveu na virada do século XIX para o XX e que se destacou por sua fé na vontade de Deus, apesar de seu estado de doença que a deixou na cama por 25 anos.</p>
<p>A cerimônia de canonização será realizada na Basílica Vaticana após a liturgia de criação dos 22 novos cardeais da Igreja Católica. Entre eles, está o arcebispo emérito de Brasília e atual prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Religiosa e Sociedade de Vida Consagrada, o brasileiro dom João Braz de Aviz.</p>
</div>
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		<title>Consistório cria 22 novos cardeais</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 20:34:12 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[O decano papal da Basílica de Santa Maria Maggiore, localizada no centro histórico de Roma, o espanhol dom Santos Abril y Castelló,  além de Dom João Braz de Aviz, único brasileiro, compõem a lista dos 22 novos cardeais que serão criados no Consistório deste sábado, 18 de fevereiro, no Vaticano. Dom Castelló é arcipreste da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.cnbb.com.br/site/images/stories/Santa_Maria_Maior.jpg" alt="Santa_Maria_Maior" width="448" height="299" />O decano papal da Basílica de Santa Maria Maggiore, localizada no centro histórico de Roma, o espanhol dom Santos Abril y Castelló,  além de Dom João Braz de Aviz, único brasileiro, compõem a lista dos 22 novos cardeais que serão criados no Consistório deste sábado, 18 de fevereiro, no Vaticano.</p>
<p>Dom Castelló é arcipreste da Basílica de Santa Maria Maggiore desde novembro de 2011. Foi nomeado também vice-camerlengo da Igreja, o segundo homem na hierarquia da Igreja, na eventualidade de uma vacância da Santa Sé. Antes de assumir esses cargos, dom Castelló cumpriu carreira de diplomata do Vaticano como núncio em vários países da América Latina, África e Bálcãs.</p>
<p>O Consistório, na verdade, já começa a ser preparado nesta sexta-feira com um retiro para todos os indicados. O Cardeal Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida e presidente da CNBB, também participará das celebrações que terão lugar na Basílica de São Pedro, no sábado e domingo, e na Sala Paulo VI, na segunda-feira quando o papa Bento XVI receberá os novos cardeais e convidados.</p>
<p>Dom João Braz de Aviz, prefeito da Congregação para os religiosos, estará em retiro durante esta sexta-feira. Ele recebeu, nos últimos dias, um grupo de mais de 40 pessoas que estão em Roma representando a família e os amigos de várias dioceses onde serviu como bispo e como arcebispo.</p>
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		<title>Em coletiva, Presidência da CNBB fala sobre Ficha Limpa, CNJ e povos indígenas</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 20:32:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>junior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Na manhã desta quinta-feira, 16, a presidência da CNBB abriu as portas de sua sede para uma entrevista coletiva. Estiveram presentes o presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis, o vice-presidente, dom José Belisário da Silva, e o secretário geral, dom Leonardo Ulrich Steiner. A entrevista teve o objetivo de abordar os temas discutidos no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://www.cnbb.com.br/site/images/stories/consep2012coletiva.jpg" alt="consep2012coletiva" width="555" height="369" />Na manhã desta quinta-feira, 16, a presidência da CNBB abriu as portas de sua sede para uma entrevista coletiva. Estiveram presentes o presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis, o vice-presidente, dom José Belisário da Silva, e o secretário geral, dom Leonardo Ulrich Steiner. A entrevista teve o objetivo de abordar os temas discutidos no Conselho Episcopal Pastoral (Consep), que aconteceu nos dias 14, 15 e 16 de fevereiro.</div>
<div>
<p>Os bispos falaram sobre a Lei da Ficha Limpa, cuja constitucionalidade está sendo julgada desde ontem, 15, pelo Superior Tribunal Federal (STF); a situação dos povos indígenas Guarani Kaiowá, no Mato Grosso do Sul, e a atuação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que teve seus plenos poderes reconhecidos pela Suprema Corte do país no início do mês.</p>
<p>Dom Damasceno destacou, também, que a Lei da Ficha Limpa surgiu a partir de uma iniciativa popular, com o recolhimento de 1,5 milhão de assinaturas. “Tive a oportunidade de estar ontem no plenário do STF para dar uma demonstração de apoio a esta lei complementar”, disse o cardeal, mencionando que a CNNB foi uma das principais entidades que promoveram a coleta de assinaturas a favor da lei.</p>
<p>Indagado sobre a posição da CNBB em relação às declarações da da ministra da Secretaria de Política para as Mulheres, Eleonora Menicucci, que se disse favorável a descriminalização do aborto, Dom Damasceno, informou que a Presidência da CNBB enviará uma carta à presidente da República, Dilma Rousseff, reafirmando a posição da Igreja contra o aborto.</p>
<p><strong>Povos indígenas</strong></p>
<p>O secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, visitou algumas aldeias e comunidades indígenas Guarani Kaiowá, na região sul do estado de Mato Grosso do Sul. O bispo falou à imprensa sobre a situação degradante em que vivem esses povos tradicionais. “Para os povos indígenas a terra é fundamental. Conversando com eles, me chocou a afirmação que alguns adolescentes se enforcam por não terem perspectivas. É um povo que não pode manifestar sua cultura”, descreveu.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.cnbb.com.br/site/images/stories/domleonardocoletiva2012.jpg" alt="domleonardocoletiva2012" width="250" height="237" /><strong>Uso de preservativos</strong></p>
<p>Dom Leonardo falou, ainda, na entrevista sobre o uso e distribuição de camisinhas pelo Ministério da Saúde no período do carnaval. “Essa política pública de distribuição de camisinhas, penso não ser a mais adequada. É preciso, sim, veicular o sentido da própria sexualidade e da relação entre as pessoas”, disse.</p>
<p><strong>Justiça</strong></p>
<p>Sobre o CNJ, o secretário geral da CNBB afirmou que o STF prestou um serviço ao Brasil. “É mais uma vez o STF dando ao Brasil a oportunidade de ter instituições que ajudem a dar maior transparência também quanto à justiça. Quem ganhou com isso foi o próprio Supremo, foram os magistrados, e a sociedade brasileira”, afirmou.</p>
</div>
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		<title>Campanha da Fraternidade: 49 anos de amor ao próximo e referência democrática</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 20:31:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>junior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diocese]]></category>

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		<description><![CDATA[Está chegando a Quaresma, tempo em que a liturgia da Igreja convida os fiéis a se prepararem para a Páscoa, mediante a conversão, com práticas de oração, jejum e esmola. E é justamente na Quarta-Feira de Cinzas, que acontece um dos principais eventos da Igreja Católica no Brasil, o lançamento da Campanha da Fraternidade. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a title="E-mail" href="http://www.cnbb.com.br/site/component/mailto/?tmpl=component&amp;link=aHR0cDovL3d3dy5jbmJiLmNvbS5ici9zaXRlL2NhbXBhbmhhcy9mcmF0ZXJuaWRhZGUvODcxOC1jYW1wYW5oYS1kYS1mcmF0ZXJuaWRhZGUtNDktYW5vcy1kZS1hbW9yLWFvLXByb3hpbW8tZS1yZWZlcmVuY2lhLWRlbW9jcmF0aWNh"><br />
<img src="http://www.cnbb.com.br/site/images/stories/cflogo.jpg" alt="cflogo" width="270" height="270" />Está chegando a Quaresma, tempo em que a liturgia da Igreja convida os fiéis a se prepararem para a Páscoa, mediante a conversão, com práticas de oração, jejum e esmola. E é justamente na Quarta-Feira de Cinzas, que acontece um dos principais eventos da Igreja Católica no Brasil, o lançamento da Campanha da Fraternidade. A CF, como é conhecida, está na sua 49ª edição, é realizada todos os anos e seu principal objetivo é despertar a solidariedade das pessoas em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos e apontando soluções. Neste ano de 2012 a Campanha da Fraternidade destaca a saúde pública e suas variantes. Com o tema “Fraternidade e Saúde Pública”, e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra” (cf. Eclo 38,8); a CF de 2012 tentará refletir o cenário da saúde no Brasil, conscientizando o Governo da precarização de condições dos hospitais e mobilizando a sociedade civil para reivindicar melhorias.</a></div>
<div>
<p>A CF é uma campanha conhecida em todo o país e reconhecida internacionalmente. Mas você sabe quando ela começou? Quem foram os seus criadores? A primeira Campanha da Fraternidade foi idealizada no dia 26 de dezembro de 1963, sob influencia do espírito do Concílio Vaticano II.</p>
<p>Antes disso, o primeiro movimento regional, que foi uma espécie de embrião para a criação do atual modelo da “Campanha da Fraternidade”, foi realizado em Natal (RN), no dia 8 de abril de 1962, por iniciativa do então Administrador Apostólico da Natal, dom Eugênio de Araújo Sales, de seu irmão, à época padre, Heitor de Araújo Sales e de Otto Santana, também padre. Esta campanha tinha como objetivo fazer “uma coleta em favor das obras sociais e apostólicas da arquidiocese, aos moldes de campanhas promovidas pela instituição alemã Misereor”, explicou dom Eugênio Sales, em entrevista a arquidiocese de Natal, em 2009. A comunidade de Timbó, no Município de Nísia Floresta (RN), foi o lugar onde a campanha ocorreu pela primeira vez.</p>
<p>“Quando no começo de 1960, eu estava concluindo meu trabalho de doutorado em Direito Canônico na Universidade Lateranense, em Roma, fui para a Alemanha onde tinha mais tranquilidade para o que desejava. Ali pude acompanhar a Campanha Quaresmal daquele ano para recolher o fruto dos sacrifícios em benefício dos povos que sofriam fome, como eles mesmos tinham sofrido 15 anos antes, logo depois da Segunda Guerra Mundial. O material para informação (homilias, boletins paroquiais, etc.) continha reflexões muito profundas. Trouxe para o Brasil todo o material para que pudéssemos adaptar aqui.</p>
<p>Dom Eugenio Sales numa reunião do clero lançou a ideia. Foi feita uma lista e nomes, no fim venceu o nome &#8220;Campanha da Fraternidade&#8221;. Ficamos satisfeitos com o nome, mas nunca imaginávamos que aquela pequena semente se transformasse no que é hoje”, disse o arcebispo emérito de Natal, dom Heitor de Araújo Sales.</p>
<p>“Não vai lhe ser pedida uma esmola, mas uma coisa que lhe custe. Não se aceitará uma contribuição como favor, mas se espera uma característica do cumprimento do dever, um dever elementar do cristão. Aqui está lançada a Campanha em favor da grande coleta do dia 8 de abril, primeiro domingo da Paixão”, disse dom Eugênio Sales, no ato de lançamento da campanha, em Timbó (RN).</p>
<p>Segundo dom Heitor, o papa João XXIII tinha lançado a ideia de que católicos de países ricos pudessem dar um pouco de suas vidas para ajudar na evangelização de outras terras. Chamavam-se &#8220;Voluntários do Papa&#8221;. Assim vieram para cá missionários leigos dos Estados Unidos (EUA) e de outros lugares. Eles também ajudaram no começo da Campanha.</p>
<p>A experiência foi adotada, logo em 1963, por 19 dioceses do Regional Nordeste 2 da CNBB (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte). Naquela época envolvidos pelo Concílio Vaticano II, os demais bispos brasileiros fizeram o lançamento do Projeto da Campanha da Fraternidade para todo o Brasil. Dessa forma, na Quaresma de 1964 foi realizada a primeira Campanha em âmbito nacional. Desde então, até os dias atuais, a CF é realizada em todos os recantos do Brasil.</p>
<p>Em 20 de dezembro de 1964, os bispos brasileiros que participavam do Concílio Ecumênico Vaticano II, em Roma, aprovaram o fundamento inicial da mesma, intitulado “Campanha da Fraternidade – Pontos Fundamentais apreciados pelo Episcopado em Roma”. Em 1965, tanto a Cáritas quanto Campanha da Fraternidade foram vinculadas diretamente ao Secretariado Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A partir de então que a Conferência dos Bispos Brasileiros passou a assumir a Campanha da Fraternidade. Nesta transição, foi estabelecida a estruturação básica da CF.</p>
<p>“Naquela época, a Igreja se voltava a si, preocupada com a implantação do Concílio Vaticano II e em renovar as suas estruturas conforme as indicações conciliares. Daí surgiu a Campanha da Fraternidade. Ela, inicialmente se prestou a este objetivo. No entanto, a CF contribuiu na superação da dicotomia ‘Fé e Vida’, que, imbuída do espírito Quaresmal quer modificar a situação do fiel, em prol da vida e da justiça”, explicou o atual secretário executivo da Campanha da Fraternidade da CNBB, padre Luiz Carlos Dias.</p>
<p>Em 1967, começou a ser redigido um subsídio para a CF auxiliando assim as dioceses e paróquias de todo o país. Nesse mesmo ano iniciaram também os encontros nacionais das Coordenações Nacional e Regionais da Campanha da Fraternidade.<br />
Em 1970, a Campanha ganhou um especial e significativo apoio, uma mensagem do papa Paulo VI para o dia do lançamento da Campanha, o que virou uma tradição entre os papas.</p>
<p>A partir de uma análise dos temas abordados a cada ano, a história da Campanha da Fraternidade pode ser dividida em três fases distintas: de 1964 a 1972, os temas refletem um olhar voltado para a renovação interna da Igreja, provavelmente sob o influxo das reformas propostas pelo Concílio Vaticano II; de 1973 a 1984, aparece na Campanha a preocupação da Igreja com a realidade social do povo brasileiro, refletindo influências do Vaticano II e das Conferências Episcopais de Medelín e Puebla, sem deixar de lado a questão política nacional, que vivia uma de suas mais terríveis fases: a ditadura militar. A terceira fase, a partir de 1985, reflete situações existenciais dos brasileiros.</p>
<p>Ao longo da história, as Campanhas abordaram questões do compromisso cristão na sociedade. Em alguns casos, as essas questões discutidas geraram o surgimento de Pastorais ou serviços no seio da Igreja. Foram levantados e debatidos temas como, em 1985, a questão da fome; em 1986, o problema fundiário; em 1987, o tratamento do poder público para com o menor. Em 1988, a campanha apelou por uma adesão a Jesus Cristo; em 1989, conclamou o povo a assumir uma postura crítica frente aos meios de comunicação social; em 1990, abordou a questão do gênero, chamando a atenção para a igualdade do homem e da mulher, diante de Deus; em 1999, chamou a sociedade e o poder público para discutir o problema do desemprego; em 2000, convidou as igrejas cristãs e a sociedade a lutarem pela promoção de vida digna para todos. Em 2001, levantou o problema das drogas e as consequências na vida das pessoas; em 2008, propôs o debate sobre a defesa da vida; em 2011, falou sobre a vida no planeta.</p>
<p>Neste ano de 2012, a saúde pública será o foco das discussões. De acordo com o arcebispo de Ribeirão Preto, dom Joviano de Lima Junior, a saúde é “dom de Deus” e, enquanto tal é um direito que além de ser preservado, precisa ser conquistado. “Além disso, pensemos na importância da alimentação e da preservação do ambiente. Porém, não podemos nos esquecer das estruturas insuficientes dos hospitais e dos postos de saúde”, disse. (RE)</p>
</div>
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		<title>Famílias numerosas são testemunhas de fé, salienta Bento XVI</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 16:46:43 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Bento XVI]]></category>

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		<description><![CDATA[O Papa recebeu também membros do Clube Atlético de Madri “No atual contexto social, os núcleos familiares com muitos filhos constituem um testemunho de fé, de coragem e de otimismo, porque sem filhos não existe futuro”, salientou o Papa Bento XVI no final da audiência geral desta quarta-feira, 15. Representantes da Associação italiana das Famílias Numerosas estiveram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="foto_noticia">
<div id="credito_foto" align="right"><img class="alignleft" src="http://img.cancaonova.com/noticias/noticia/285266.jpg" alt="" width="229" height="256" /></div>
<div id="texto_foto">O Papa recebeu também membros do Clube Atlético de Madri</div>
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<div align="justify">
<p>“No atual contexto social, os núcleos familiares com muitos filhos constituem um testemunho de fé, de coragem e de otimismo, porque sem filhos não existe futuro”, salientou o Papa <a href="http://noticias.cancaonova.com/editorias.php?cod=3" target="_blank"><span style="color: #006699;">Bento XVI</span></a> no final da audiência geral desta quarta-feira, 15.</p>
<p>Representantes da Associação italiana das Famílias Numerosas estiveram presentes nesta audiência. A associação luta por maiores direitos sociais para as famílias com muitos filhos, a fim de que tenham mais acesso à cultura e educação, particularmente.</p>
<p>“Espero que sejam promovidas medidas sociais e legislativas adequadas para a proteção e apoio de famílias mais numerosas, que constituem uma riqueza e uma esperança para todo o país”, reforçou Bento XVI.</p>
<p>O Papa recebeu ainda grupos de peregrino da Espanha, Alemanha, Áustria, Suíça, Polônia, Romênia, Costa Rica, Chile e Brasil.</p>
<p>“Saúdo todos os peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente os fiéis brasileiros vindos de Curitiba, a quem exorto a aprender do exemplo da oração de Jesus, uma oração cheia de serena confiança e firme esperança no Pai do Céu, que nunca nos abandona. Que as Suas Bênçãos sempre vos acompanhem! Ide em paz!”, disse o Santo Padre.</p>
<p>Particularmente aos jovens e doentes, o Pontífice, recordou que na terça-feira, 14, foi celebrada a festa dos Santos Cirilo e Metódio, primeiros a espalhar a fé entre os povos eslavos.</p>
<p>“Que o testemunho deles ajude vocês também a serem apóstolos do Evangelho, fermento de autêntica renovação na vida pessoal, familiar e social”, afirmou Bento XVI.</p>
</div>
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		<title>Catequese de Bento XVI &#8211; 15/02/2012</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 16:44:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>junior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bento XVI]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; CATEQUESE Sala Paulo VI Quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012 Queridos irmãos e irmãs, Na nossa escola de oração, quarta-feira passada, falei sobre a oração de Jesus na cruz que foi extraída do Salmo 22: “Meu Deus, Meu Deus, por que me abandonastes? Agora gostaria de continuar a meditar sobre a oração de Jesus na cruz, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<img class="aligncenter" style="border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px;" src="http://img.cancaonova.com/noticias/noticia/Brasao_BentoXVI.jpg" alt="" width="98" height="135" border="0" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<div align="center"><a href="http://noticias.cancaonova.com/list_tag.php?cod=1291&amp;tag=Catequese" target="_blank"><span style="color: #006699;"><strong>CATEQUESE</strong></span></a><br />
<strong>Sala Paulo VI</strong><br />
<strong>Quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012</strong></div>
<p><em>Queridos irmãos e irmãs</em>,</p>
<p>Na nossa escola de oração,<a href="http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=285197"><span style="color: #006699;"> quarta-feira passada, falei sobre a oração de Jesus na cruz</span></a> que foi extraída do Salmo 22: “Meu Deus, Meu Deus, por que me abandonastes? Agora gostaria de continuar a meditar sobre a oração de Jesus na cruz, na iminência da morte, gostaria de deter-me hoje sobre a narração que encontramos no Evangelho de São Lucas. O Evangelista nos transmitiu três palavras de Jesus sobre a cruz, duas das quais – a primeira e a terceira – são orações voltadas explicitamente ao Pai. A segunda, ao contrário, é constituída da promessa feita ao chamado bom ladrão, crucificado com Ele; respondendo, de fato, à oração do ladrão, Jesus o assegura: “Em verdade eu te digo: hoje estarás comigo no paraíso” (Luc 23,43). Na narração de Lucas se entrelaçam  sugestivamente as duas orações que Jesus morrendo endereça ao Pai e a acolhida da suplica que a Ele é dirigida pelo pecador arrependido. Jesus invoca o pai e também escuta a oração daquele homem que é geralmente chamado <em>latro poenitens</em>, o ladrão arrependido.</p>
<p><strong>Detenhamos-nos sobre estas três orações de Jesus. A primeira ele a pronuncia depois de ter sido pregado na cruz, enquanto os soldados dividem as suas vestes como triste recompensa pelo serviço deles. </strong>Num certo sentido é com este gesto que se conclui o processo da crucificação. Escreve São Lucas: “Quando chegaram ao lugar chamado Gólgota, crucificaram-no e os malfeitores, um à direita e o outro à esquerda. Jesus Dizia: “Pai, perdoa-lhes, porque eles não sabem o que fazem. Depois, dividindo suas vestes, tiraram a sorte sobre elas” (23,33-34). <strong>A primeira oração que Jesus voltada ao Pai é de intercessão: pede o perdão pelo próprios algozes. Com isto, Jesus cumpre pessoalmente aquilo que havia ensinado no discurso da montanha quando disse: “A vós que escutais, eu digo: amais os vossos inimigos, façais o bem àqueles que vos odeiam” (Luc 6,27) e tinha também prometido àqueles que sabiam perdoar: “a vossa recompensa será grande e sareis filhos do Altíssimo” (v.35). Agora, da cruz, Ele não somente perdoa os seus algozes, mas se dirige diretamente ao Pai intercedendo em favor deles.</strong></p>
<p>Essa atitude de Jesus encontra uma imitação comovente na narração do apedrejamento de São Estevão, primeiro mártir. Estevão, de fato, próximo do fim, “ajoelhou-se  e gritou em alta voz: “Senhor, não os condenes por estes pecados”. Dito isto, morreu” (At 7, 60) esta foi a sua ultima palavra. O confronto entre a oração de perdão de Jesus e aquela do primeiro mártir é significativo. São Estevão se volta ao Senhor Ressuscitado e pede que o seu assassinato – um gesto definido claramente com “este pecado” &#8211; não seja imposto sobre seus assassinos. Jesus sobre a cruz se volta ao Pai e não somente pede perdão para aqueles que o crucificaram, mas oferece também uma leitura daquilo que está acontecendo. Segundo as suas palavras, de fato, os homens que o crucificaram “não sabem aquilo que fazem” (Lc 23,34). E<strong>le coloca, por assim dizer, a ignorância, o não saber, como motivo do pedido de perdão ao Pai, porque esta ignorância deixa aberta a via em direção à conversão, como acontece nas palavras que o centurião pronunciará diante da morte de Jesus: “Verdadeiramente, este homem era justo” </strong>(v. 47), era o filho de Deus. “Permanece uma consolação para todos os tempos e por todos os homens o fato que o Senhor esteja ao lado daqueles que verdadeiramente não sabiam -  os algozes – seja daqueles que sabiam e o haviam condenado, coloca a ignorância como motivo do pedido de perdão -  a vê como a porta que pode abrir-nos à conversão” (Jesus de Nazaré, II, 233).</p>
<p><strong>A segunda palavra de Jesus sobre a cruz trazida por São Lucas é uma palavra de esperança, é a resposta à oração de um dos dois homens crucificados com Ele.</strong> O bom ladrão diante de Jesus entra em si mesmo e se arrepende, chega à conclusão de encontrar-se diante do Filho de Deus, que torna visível o rosto de Deus, e o pede: “Jesus, recorda-te de mim quanto entrares no teu reino” (V.42). A resposta do Senhor a esta oração vai bem além do pedido, de fato, diz: “Em verdade eu te digo: hoje estarás comigo no paraíso” (v.43). Jesus é consciente de entrar diretamente na comunhão com o Pai e de reabrir ao homem a via para o paraíso de Deus. <strong>Assim através desta resposta dá a firme esperança que a bondade de Deus pode tocar-nos também no último instante da vida e a oração sincera, também depois de uma vida errada, encontra os braços abertos do Pai bom que espera o retorno do filho.</strong></p>
<p>Mas nos voltemos para as ultimas palavras de Jesus que morre. O Evangelista narra: “ Era por volta de meio dia e uma escuridão cobriu toda a terra até as três da tarde, porque o sol parou de brilhar”. O véu do templo se rasgou no meio. Jesus, gritando em alta voz disse: “Pai, nas tuas mãos entrego meu espírito”. Dito isto, expirou. (vv 44-46). Alguns aspectos dessa narração são diferentes em relação ao quadro oferecido por Marcos e Mateus. As três horas de obscuridade em Marcos não são descritas, enquanto em Mateus são ligadas com uma série de diversos acontecimentos apocalípticos, como o terremoto, a abertura dos sepulcros, os mortos que ressuscitam (Mt 27,51-53). Em Lucas, às três horas de obscuridade tem no escurecimento do sol, mas naquele momento aconteceu a laceração do véu do templo. Deste modo, a narração de Lucas apresenta dois sinais, de qualquer modo, paralelos, no céu e no templo. O céu perde a sua luz, a terra se afunda, enquanto que no templo, local da presença de Deus, se parte o véu que protege o santuário.<strong> A morte de Jesus é caracterizada explicitamente como evento cósmico e litúrgico, em particular, marca o início de um novo culto, em um templo não construído por homem, porque é o próprio corpo de Jesus morto e ressuscitado, que reúne os povos e os une no Sacramento do Seu Corpo e do seu sangue.<br />
</strong><br />
A oração de Jesus naquele momento de sofrimento &#8211; “Pai, nas tuas mãos entrego meu espírito” &#8211; é um forte grito de extremo e total confiança em Deus. Tal oração exprime a plena consciência de não estar abandonado. E quando os pais tempos atrás o haviam manifestado preocupação, Ele havia respondido: “Por que me procurais? Não sabeis que eu devo me preocupar com as coisas de meu Pai?” (Lc 2,49). <strong>Do início ao fim, aquilo que determina completamente o sentir de Jesus, a sua palavra, a sua ação, é uma relação única com o Pai. Sobre a cruz, Ele vive plenamente, no amor, esta sua relação filial com Deus, que anima sua oração.</strong></p>
<p>As palavras pronunciadas por Jesus, depois da invocação “Pai”, retomam uma expressão do Salmo 31: “ Em tuas mãos confio meu espírito” (Sal 31,6). Estas palavras, portanto, não são uma simples citação, mas manifestam uma decisão firme: Jesus nos entrega ao Pai em um ato total de abandono. <strong>Estas palavras são uma oração de confiança, plena de confiança no amor de Deus. A oração de Jesus diante da morte é dramática como é para cada homem, mas, ao mesmo tempo, é invadida por uma calma profunda que nasce da confiança no Pai e pela vontade de entregar-se totalmente a ele.</strong> No Getsêmani, quando entrou na luta final e na oração mais intensa e estava para ser entregue nas mãos dos homens (Lc 9,44), a seu suor se tornou como gotas de sangue que caem por terra (Lc 22,44).<br />
Mas o seu coração era plenamente obediente à vontade do pai, e por isto “um anjo céu” veio confortá-lo (Lc 22,42-43). Agora, nos últimos instantes, Jesus  se volta ao Pai dizendo quais são realmente as mãos as quais Ele entrega toda a sua existência. Antes da partida em direção a Jerusalém, Jesus havia insistido com seus discípulos: “Coloquei sem vossas mentes estas palavras: o Filho do homem está para ser entregue nas mãos dos homens” (Lc 9,44). Agora, quem a vida está para deixá-lo, Ele sela na oração a sua ultima decisão: Jesus se deixou entregar nas mãos dos homens, mas é nas mãos do Pai que Ele coloca o seu espírito; assim – como afirma o Evangelista João – tudo é consumado, o supremo ato de amor é levado até o fim, ao limite e além do limite.</p>
<p><strong>Queridos irmãos e irmãs, as palavras de Jesus sobre a cruz nos últimos instantes da sua vida terrena oferecem indicações precisas para a nossa oração, mas a abrem também para uma serena confiança e uma firme esperança.</strong> <strong>Jesus que pede ao Pai de perdoar aqueles que o estão crucificando , nos convida ao difícil gesto de rezar também por aqueles que nos prejudicaram, sabendo perdoar sempre, afim que a luz de Deus possa iluminar o coração deles, e nos convida a viver, na nossa oração, a mesma atitude de misericórdia e de amor que Deus tem em relação a nós: “perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido”, dizemos todos os dias no “Pai Nosso”. </strong>Ao mesmo tempo, Jesus, que no momento extremo da morte se confia totalmente nas mãos de Deus Pai, nos comunica a certeza que, por mais que sejam duras as provas, difíceis os problemas, não cairemos mais fora das mãos de Deus, aqueles mãos que nos criaram, nos sustentam e nos acompanham no caminho da existência, guiados por um amor infinito e fiel. Obrigado!</p>
<p><img src="http://img.cancaonova.com/noticias/noticia/BENTOXVI_assinatura.bmp" alt="" width="200" height="51" border="0" /></p>
<hr size="2" width="100%" />
<p><strong>Ao fim da Audiência Geral, o Papa fez uma síntese da cateque em português e saudou os peregrinos </strong></p>
<p><em>Queridos irmãos e irmãs,</em></p>
<p>O Evangelho de São Lucas nos transmite três palavras de Jesus na Cruz. A primeira é um pedido de perdão para os seus algozes: «Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que fazem». Deste modo, Jesus cumpre aquilo que ensinara no Sermão da Montanha: «Amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam». A segunda palavra de Jesus na Cruz é a resposta ao pedido do &#8220;bom ladrão&#8221;, um dos homens que estavam crucificados com Ele: «Ainda hoje estarás comigo no Paraíso». Jesus está ciente de entrar diretamente na comunhão com o Pai e de abrir de novo ao homem a estrada para o Paraíso de Deus. A última palavra de Jesus é um grito de derradeira entrega a Deus, num ato de total abandono: «Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito». Ao colocar-Se inteiramente nas mãos do</p>
<p>Pai, Jesus nos comunica a certeza de que por mais duras que sejam as provas, jamais nos encontraremos fora das mãos de Deus, as mesmas que nos criaram, sustentaram e acompanham no caminho da vida, com um amor infinito e fiel.</p>
<p>Saúdo todos os peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente os fiéis brasileiros vindos de Curitiba, a quem exorto a aprender do exemplo da oração de Jesus, uma oração cheia de serena confiança e firme esperança no Pai do Céu, que nunca nos abandona. Que as Suas Bênçãos sempre vos acompanhem! Ide em paz!</p>
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